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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

mate verde

NATURA SOBRAL-CE: BLOG DO BEM ESTAR BEM: "MATE-VERDE
A erva mate (Ilex paraguariensis St. Hill) , pertence à família Aquifoliaceae, sendo assim classificada pelo naturalista francês August de Saint Hillaire e, assim publicada em 1822, nas memórias do Museu de História Natural de Paris. Quanto ao nome científico Ilex paraguariensis, o naturalista assim a denominou por considerá-la exatamente igual à erva do Paraguai. Ela pode atingir até 12 metros de altura, tem caule cinza, folhas ovais e fruto pequeno e verde ou vermelho-arroxeado.MATE-VERDE
A erva mate (Ilex paraguariensis St. Hill) , pertence à família Aquifoliaceae, sendo assim classificada pelo naturalista francês August de Saint Hillaire e, assim publicada em 1822, nas memórias do Museu de História Natural de Paris. Quanto ao nome científico Ilex paraguariensis, o naturalista assim a denominou por considerá-la exatamente igual à erva do Paraguai. Ela pode atingir até 12 metros de altura, tem caule cinza, folhas ovais e fruto pequeno e verde ou vermelho-arroxeado."

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domingo, 28 de setembro de 2008

O que é que a banana tem?

O que é que a banana tem?
Hoje é Dia da Banana! Conheça os benefícios dessa versátil fruta
Por Mônica Vitória • 22/09/2008

Uma fruta tropical, uma fonte de potássio, um alimento que acompanha pratos quentes e sobremesas. Carmen Miranda, símbolo da cultura brasileira no exterior no início do século passado, usava cachos da famosa fruta na cabeça, o que virou sua marca registrada. Também já foi associada, tempos depois, aos governos militares dos países da América Latina pelos norte-americanos, que nos chamavam de "banana republic". Com vocês, ela, que ganhou o sugestivo nome científico de musa paradisíaca: a banana.

Banana prata, ouro, nanica, maçã, figo, pacova, da terra... Só no país, existem mais de vinte tipos comestíveis de banana, e essas são apenas as mais conhecidas. Originária do quente e úmido sudeste asiático, essa fruta que parece tão brasileira chegou com mais força ao nosso território no século XV - e por aqui ficou, encontrando um clima tropical bastante favorável para o seu cultivo. Prática e saborosa, ela logo se tornou artigo fácil nas mesas no Brasil, sendo consumida no café da manhã, almoço, jantar, lanche, sobremesa e a qualquer hora que a fome apertar.

A banana tem vitamina B6, que melhora os sintomas da TPM, e é uma da melhores fontes de potássio, importante para os músculos e para evitar as cãibras

Para o diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), Edson Credidio, a banana é uma fruta de muitas qualidades: "Primeiramente, a banana amadurece aos poucos, fora do pé, facilitando a colheita, o transporte e o aproveitamento. Além disso, é fácil de mastigar, não sendo muito dura nem muito mole, não dá trabalho para descascar, não suja as mãos (como o que acontece com as frutas com sucos e caldos), não é doce demais, nem azeda, é totalmente aproveitável e não possui caroços. E, claro, é altamente nutritiva, bastando poucas para matar a fome", enumera ele.

Dentre os seus nutrientes, destacam-se as vitaminas do complexo B, vitaminas C e potássio. "A banana tem vitamina B6, que melhora os sintomas da TPM, e é uma da melhores fontes de potássio, importante para os músculos e para evitar as cãibras, além de facilitar a digestão, pois começa a ser digerida na boca, poupando o trabalho estomacal", afirma Credidio, lembrando que, além de fornecer um terço das necessidades diárias recomendadas de potássio, a fruta também fornece fibra solúvel, que ajuda a diminuir os níveis de colesterol do sangue. As bananas ainda são indicadas para quem sofre de gastrite e úlcera, ajudam a regular a hipertensão arterial, controlam a diarréia, melhoram o sono e o humor.

Banana engorda e faz crescer?

É claro que, como qualquer outro alimento rico em carboidratos, a banana deve ser consumida com certa moderação. Isso é válido principalmente para pessoas obesas e diabéticas. "Não devemos abusar das frutas, já que são uma fonte rica de açúcar e possuem, muitas vezes, alto índice glicêmico, isto é, apresentam maior potencial em aumentar a glicose sangüínea", aponta a nutricionista Tânia Rodrigues, da RG Nutri, em São Paulo, que aconselha o consumo de cinco porções diárias, no máximo. E embora alguns estudos recentes indiquem a possibilidade de a banana verde auxiliar na prevenção do diabetes tipo 2, a ingestão diária da fruta, para os diabéticos, não deve ultrapassar três porções.

"As bananas costumam ser colhidas ainda verdes e amadurecem am alguns dias. Quando verdes, seu sabor é adstringente e intragável. Isto porque, antes da maturação, as bananas se compõem, basicamente, de amido e água. Em seu processo de amadurecimento, a maior parte desse amido transforma-se em açúcar, glicose e sacarose - é por isso que a banana é uma das frutas mais doces que existem", explica o nutrólogo Edson Credidio. Não por acaso, ela é uma das frutas mais calóricas. Cem gramas de banana prata madura correspondem a 89 calorias - isto é, cada unidade contém aproximadamente 100 calorias. Como o corpo as converte rapidamente em energia, a banana é um dos alimentos favoritos dos atletas.

Mas e quem não é atleta? Para Tânia Rodrigues, a conclusão de que banana engorda é um exagero, e não anula as propriedades benéficas do alimento: "Embora um pouco mais calórica que as outras frutas, o que confere alguma verdade ao mito de que a banana engorda, é um alimento rico em potássio, um mineral importante para o bom funcionamento dos músculos. O seu consumo deve ser estimulado quando substitui, com vantagens calóricas e nutritivas, os bolos, doces e biscoitos", ressalta a nutricionista. Pois é, a banana é uma ótima pedida para os momentos de gula entre as refeições, principalmente pelo fato de saciar a fome com facilidade. "A pectina, fibra contida na casa desta fruta, ajuda a estabilizar o açúcar no sangue, prolongando a sensação de saciedade", atesta Tânia.



Agora vem a má notícia: essa fonte deliciosa de nutrientes pode estar com seus dias contados. Em 2003, veio à tona a informação de que a banana, em especial a nanica, estaria ameaçada de extinção devido ao ataque de pragas e à falta de diversidade genética na planta para resistir a elas. A tese é a seguinte: como a versão comestível da banana é um mutante estéril, ou seja, que se reproduz de forma assexuada, fica difícil produzir novas variedades, o que a deixa vulnerável a pestes como o mal-do-Panamá e a Sigatoka-negra, que contamina bananeiras (e outras plantações!) da América Central, África e Ásia. Neste caso, somente a manipulação genética poderia garantir a sobrevivência da espécie e evitar o seu desaparecimento. Isso é o que divulgaram cientistas da Rede Internacional para o Aprimoramento da Banana, na França.

Há muitas bananas. As comestíveis são agrupadas em variedades de acordo com a consistência e a coloração da casca e da polpa. Mas, para cada função ou uso, uma é melhor do que a outra, respeitando-se as preferências regionais e pessoais

Mas será que a ameaça é real? Para o engenheiro agrônomo Sebastião Silva, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a sobrevivência da banana está garantida no nosso território. "O sensacionalismo em torno desta notícia foi grande. Na verdade, esta rede internacional queria pressionar a comunidade científica e os órgãos a liberar mais verbas para a pesquisa sobre transgênicos. O rebuliço foi maior no Brasil depois que um profissional da Embrapa confirmou o perigo da doença. Contudo, já tínhamos (e temos) a banana prata resistente à peste", garante Sebastião, que afirma que a situação, apesar de séria, não é tão grave: "Há muitos cientistas empenhados em desenvolver espécies mais resistentes. A busca por novas variedades com características superiores que atendam às exigências do mercado consumidor deve continuar. A banana não vai acabar. Apenas alguns tipos serão substituídos por outros", completa.

Então, o melhor é aproveitar os benefícios e o sabor sem igual desta fruta - e apreciar os diversos tipos existentes por aqui. "Há muitas bananas. As comestíveis são agrupadas em variedades de acordo com a consistência e a coloração da casca e da polpa. Mas, para cada função ou uso, uma é melhor do que a outra, respeitando-se as preferências regionais e pessoais", afirma o nutrólogo Edson Credidio.

Credidio dá as dicas de como usar os diversos tipos de banana na culinária:

Para comer crua: são boas as bananas maçã, ouro, prata e nanica/d'água.

Para fritar: dê preferência às bananas da terra e figo. A nanica deve ser preparada à milanesa pois tende a desmanchar-se. A banana-chips, aperitivo feito com rodelas de banana desidratada ou frita, bem comum no norte do Brasil, é feita com a da terra ou pacova.

Para assar: nanica e pacova.

Para cozinhar: a pacova e a da terra, especialmente.

Para passas: prata.

Para compotas: figo e nanica.

Para bananadas e doces: prata, de preferência, e a nanica.

Para farinha: quase todas, quando verdes. A prata é mais recomendada.

Para acompanhar cozido (prato comum no Rio de Janeiro e em Pernambuco): da terra e nanica.

Para o virado de banana (especialidade de Minas Gerais): nanica, misturada com farinha de milho e queijo mineiro.

Para o "azul-marinho" (prato típico da culinária caiçara, no litoral norte de São Paulo): nanica, verde e sem casca, cozida com postas de peixe e farinha de mandioca.

Para o feijão-com-arroz: para quem gosta, vão bem a nanica e a prata, cruas.

A casca da banana ainda pode ser usada para fazer farinha e bolos, quando devidamente higienizadas. Evite o desperdício!

O xampu certo

O xampu certo
Cada cabelo tem uma necessidade. Escolha o produto ideal para você
Por Juliana Maselli • 18/09/2008



Com certeza você já ouviu alguém falar que "o cabelo é a moldura do rosto" e, hoje em dia, ninguém mais duvida dessa premissa. Escolher um xampu e um condicionador parece tarefa simples, mas não é bem assim. Quando se chega à prateleira de cosméticos de uma farmácia ou supermercado, a variedade de produtos é tanta que pode até causar vertigem aos mais indecisos. Não existe um produto correto e o tipo de substância usada em sua composição varia de pessoa para pessoa. Segundo a dermatologista Ligia Kogos, "quem vai dar a resposta é o próprio cabelo".

Ligia explica que é preciso entender o que o cabelo diz e escolher o melhor para você. "Na verdade, a mesma pessoa pode ter que mudar várias vezes de tratamento durante a vida, porque temos fases diferentes, influenciadas pela idade, hormônios, mudanças de clima e até alimentação", afirma.

Cada ativo tem uma ou várias finalidades e podem ser combinados entre si para melhorar o sensorial, o brilho, a maleabilidade entre outras características

Por conta de todas essas transformações do nosso corpo, é cada vez maior o número de pessoas que opta por intercalar dois tipos de xampus diferentes durante as lavagens. No entanto, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética Regional de São Paulo, Dr. Valcinir Bedin, o benefício dessa prática não é comprovado, mas aumenta as chances de acerto. "Quando se usa mais de um produto existe uma chance maior de acertar. O melhor é tentar analisar e descobrir qual é a necessidade daquele momento e supri-la. Para identificar precisamente o que o cabelo precisa, o mais recomendado é recorrer a um especialista que poderá realizar um diagnóstico e indicar os ativos apropriados para solucionar cada caso", recomenda o médico.

Apesar das divergências que existem entre os médicos a respeito deste assunto, os benefícios trazidos pelo uso dos xampus anti-resíduos em conjunto com os diários é praticamente uma unanimidade entre os especialistas. A dermatologista Karla Assed é a favor da troca de produtos e ressalta a importância dos anti-resíduos para limpar bem os fios."Deve-se intercalar o xampu de uso diário com um anti-resíduos a fim de se obter uma limpeza mais profunda do fio. O uso contínuo do mesmo produto por muito tempo faz com que haja uma deposição excessiva das substâncias sobre a superfície da fibra capilar, fazendo com que o cabelo perca o brilho e leveza", acredita.

Além dessas e outras táticas, todos os dias surgem produtos com novos princípios ativos e que prometem melhores resultados. Feitos com substâncias produzidas em laboratórios ou trazidas diretamente da Amazônia, os tratamentos têm ganhado uma variedade cada vez maior. Mirra, chá verde, cupuaçu e algodão são algumas das últimas novidades do mercado, porém, princípios ativos mais tradicionais como jaborandi, camomila e babosa ainda continuam em alta nas prateleiras.

Cada substância traz um benefício específico às madeixas e age melhor para um tipo definido de cabelo. De acordo com a tricologista Sheila Bellotti, é essencial saber a finalidade de cada ativo antes de optar por ele, já que cada um tem sua característica própria e reage de forma diferente aos fios. "Cada ativo tem uma ou várias finalidades e podem ser combinados entre si para melhorar o sensorial, o brilho, a maleabilidade entre outras características", explica a especialista.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Nova vacina contra câncer de mama ajuda a combater tumores

Amiga do peito

Por Mônica Vitória • 16/09/2008 19:00

Um grupo de pesquisadores norte-americanos divulgou uma nova esperança para as mulheres. Eles estão desenvolvendo uma vacina experimental contra o câncer de mama e recentemente conseguiram obter um resultado ainda mais efetivo com o imunizante.

Com a vacina, um gene é inserido nas células para combater a doença, permitindo reforçar o sistema imunológico e até mesmo destruir os tumores.

O imunizante - testado em ratos com um tipo de câncer associado a alguns tumores mamários, colorretais e ovarianos, o HER2 - foi capaz de eliminar inclusive aqueles que tinham criado resistência a medicamentos específicos, como a trastuzumabe. Seria uma saída para mulheres com tumores que se tornam resistentes às terapias atuais.

O câncer de mama é a principal causa de morte por tumor entre as mulheres. Segundo a Sociedade Americana do Câncer, há 1,3 milhões de casos diagnosticados por ano e 465 mil mortes em todo o mundo.Notícia do Globo OnlineMônica Vitória Leia mais deste autor.

Os Amigos de nossos filhos...

Os amigos de nossos filhos - A família em primeiro lugar.
Pais devem ficar atentos às companhias, mas sem criar atritos
Por Rebecca Porphírio • 30/08/2008

Fazer amizades é algo normal, principalmente quando se é criança. Não há nada de mais em deixar seu filhote brincar com coleguinhas de escola e vizinhos, chamá-los para aniversários e festinhas, por exemplo. O problema é que as crianças nem sempre têm discernimento suficiente para distinguir o certo do errado e diferenciar as boas das más companhias.

E as coisas se agravam ainda mais na adolescência, quando são formados grupinhos e a influência dos amigos no comportamento do jovem passa a ser maior até que a dos pais. É principalmente nesta fase que você deve observar bem a escolha das amizades de seus filhos - e tomar cuidado para que essas relações não se tornem péssimas influências para eles.
Crianças e jovens inseguros, com baixa auto-estima e com uma vinculação pobre com sua família, tendem a seguir o padrão de comportamento dos amigos para serem aceitos e valorizados pelo grupo

Quando chega à puberdade, o jovem tende a romper com os valores dos pais e passa a buscar uma identidade própria. Essa busca o faz tentar inserir-se em grupos, o que é importante para a formação emocional do adolescente. "Crianças e jovens inseguros, com baixa auto-estima e com uma vinculação pobre com sua família, tendem a seguir o padrão de comportamento dos amigos para serem aceitos e valorizados pelo grupo, o que nem sempre é uma boa opção", explica a psicopedagoga Irene Maluf, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Ou seja, a tarefa de permitir ou não que o filho se junte a pessoas que podem fazer mal ou bem a ele é dos pais, que, acima de tudo, precisam estar abertos e dispostos a conversar.

Já pensou em reparar em quais nomes seu filho menciona quando fala de amigos da escola ou de outros lugares? Isso ajuda a reconhecer aqueles que mais estão ao redor dele. Como quem não quer nada, pergunte coisas sobre esses jovens: onde moram, se tiram boas notas, o que gostam de fazer. Quando seu filho quiser recebê-los, não recuse. Quer melhor oportunidade para conhecer pessoalmente aqueles com quem ele anda? Abra as portas de sua casa - é melhor do que forçar o adolescente a procurar outro lugar. A artesã Rosane Monteiro, por exemplo, confia bastante no filho de 16 anos. Mas garante que nem por isso deixa de cumprir seu papel de vigia: "Discretamente, eu sempre procuro saber das coisas. E desde cedo eu falo que nem tudo que é bom para o colega é bom para ele e vice-versa", conta.

Diferentemente do que a maioria pode pensar, a família é o principal valor do jovem brasileiro. Uma pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em julho desse ano, diz que praticamente 99% dos jovens consideram a família como o fator mais importante em suas vidas. Em terceiro lugar vêm os amigos. Então, o negócio é saber usar essa vantagem para exercer influência de forma positiva. O mais importante é avaliar a forma como você vai lidar com essa troca de valores entre seu filho e os amigos dele.

A psicoterapeuta infantil Lissandra Cianciaruso acredita mais no diálogo do que na proibição: "Os pais devem estar atentos às amizades de seus filhos, principalmente às virtuais, pois podem representar um risco em potencial. O mais importante é orientar os filhos e atentar-se aos comportamentos não como forma de controle, mas como orientação. Mais vale uma conversa franca, revelando medos e preocupações suas e de seus filhos, do que um simples castigo ou proibição", recomenda.

Mais vale uma conversa franca, revelando medos e preocupações suas e de seus filhos, do que um simples castigo ou proibição
Por isso, o ideal é buscar conhecer as pessoas com quem seu filho anda antes que seja tarde demais. O engenheiro Écio Ribeiro conta como teve que alertar o filho de 15 anos, para prevenir que algo ruim pudesse acontecer: "Quando fui levá-lo à casa de um amigo, vi o colega entrando com garrafa de bebida na mão. Meu filho não chegou a agir diferente, mas conversei com ele e o orientei. Ele pediu que eu confiasse nele", relata.

Assim como Écio, às vezes, alguns pais levam mais a sério seu "sexto sentido" e percebem que é melhor sondar aquele novo amigo. O engenheiro diz que até tentou conhecer mais o grupo do filho, mas não teve sorte. "Não tive uma boa impressão desde o início. Posso até ter tido preconceito, mas não quis arriscar. Pedi para que ele se afastasse. Sempre tentei passar para o meu filho conceitos que são exemplo dentro de casa. Ele precisa ter personalidade para negar coisas que não são boas. Amigo de verdade entende e aceita", defende.
Se a conversa não rende...


Há casos, porém, em que a conversa e a compreensão não são suficientes. A psicóloga especialista em desenvolvimento infantil Andrea Rapoport explica que, quando o adolescente passa a fazer parte de um grupo que não cultiva bons hábitos, pode ser necessário prestar mais atenção ao que ele faz, aonde ele vai ou, até mesmo, procurar ajuda profissional. Quando o jovem se junta a um grupo, é preciso procurar saber por que ele buscou aquelas pessoas, do que ele precisa e o que ele não está encontrando em casa. "Tem que estar aberto antes de criticar e ter sempre seus filhos próximos a você. Se, de fato, for uma mudança muito séria, pode ser que a terapia ajude. Pais e filhos têm que se entender", pede Andrea.


Como já dizia o ditado, prevenir é o melhor remédio. Seja qual for a idade do seu filho ou quantos amigos ele faça, nunca deixe de conhecer a "patota" dele. Converse sobre os princípios que você mais valoriza todos os dias. Sempre que ele se comportar bem ou surpreender você com algo bom, não deixe de elogiar. Castigar e forçar a sua vontade quase sempre tem efeito contrário. "Negociar é uma ótima solução. Desenvolva a auto-estima do seu filho, faça com que ele acredite mais em si mesmo e precise menos das opiniões dos outros", ensina Lissandra. A receita para estar atento às amizades do seu filho é mais simples do que parece. No fim, é só lembrar que você deve ser o melhor amigo que ele pode ter.

O que Reciclar

O que reciclar
Saiba o que pode e o que não pode ser reciclado e faça a sua parte!

Vidro: embalagens, copos, garrafas, vidro de janela e cacos - desde que estes sejam colocados em caixa de papelão ou embrulhado em jornal para não machucar a pessoa responsável pela coleta.

Papel: revistas, jornais, caixas de papel e papelão, envelopes, folhas de caderno, folhas de sulfite usadas, cartazes velhos e formulários de computador.

Latas: de alumínio, como as de refrigerante e cerveja; de folha de flandres, como as de óleo, leite em pó e salsicha.

Aço: armações de óculos e talheres.

Alumínio: embalagens de marmitex limpas, papel alumínio limpo (sem resíduos orgânicos).

Plástico: copos, potes, pratos e embalagens vazias (como as de shampoo e detergente), tampas plásticas, sacos (como os de arroz ou leite), embalagens PET de refrigerante, plásticos mistos (como CD e DVD), sacolinhas plásticas e plástico filme (desde que estejam limpos).

Pilhas: podem ser jogadas no lixo comum, mas são nocivas ao meio ambiente, pois contêm pequenas quantidades de metais pesados. Ao longo de muitos anos, esses metais pesados vão se acumulando na natureza, podendo se transformar em um grande problema ambiental. O ideal é enviá-las para reciclagem, mesmo que isso não seja obrigatório.
Uma boa idéia pode ser usar pilhas recarregáveis, que duram mais e não precisam ser jogadas fora.


Lâmpadas fluorescentes: assim como no caso das pilhas, também podem ser jogadas no lixo comum. Só que contêm mercúrio na forma de vapor, um resíduo perigoso que, no momento em que a lâmpada se quebra, pode ser liberado para o ar, prejudicando o ambiente e a nossa saúde.

O ideal ainda é enviar para as reciclagem. Mas fique atenta: só as lâmpadas fluorescentes são recicláveis. As outras devem ser mandadas para o lixo comum.
Eletroeletrônicos: algumas partes podem ser reaproveitadas, mas os aparelhos precisam ser encaminhados para locais específicos que façam a reciclagem. Isso porque a maioria dos eletroeletrônicos tem metais pesados em sua composição - como chumbo e mercúrio - que, quando são manuseados ou dispostos de maneira inadequada, oferecem risco à nossa saúde e ao meio ambiente.

O ideal é fazer uma pesquisa pela internet para saber que entidades podem aproveitá-los. Vale visitar os sites da Associação Brasileira de Excedentes , do Museu do Computador e do Comitê de Democratização da Informática. Como alguns fabricantes já estão aceitando alguns de seus produtos de volta para encaminhá-los para a reciclagem, pode ser interessante dar uma ligada no Serviço de Atendimento ao Consumidor para saber se (e como) isso pode ser feito.


Embalagens longa vida: podem e devem ser recicladas, mas existem empresas e entidades especializadas nesse trabalho. Uma boa idéia é consultar o site Rota da Reciclagem para saber onde encontrá-las na sua cidade.


Também podem ser reciclados:
- Materiais feitos em PVC rígido, como canos
- Tubos de pasta de dente e outras embalagens de produtos de higiene e beleza, de preferência vazios ou limpos
- Canetas esferográficas sem a carga, só a capa
- Disquetes e fitas cassetes, que têm a parte exterior feita de plástico. A fita magnética que vai dentro e não é reciclável, deve ser descartada
- Pedaços de materiais ou produtos de pequena dimensão - como de papel ou plástico ou de metal, como pregos e grampos. Como são pequenos, devem ser juntados em potes para enviar à reciclagem. O ideal é separar por tipo de material

Reduzir, reutilizar, reciclar


Hoje, estão na moda os termos "ecologicamente correto" e "sustentabilidade".
Mas será que todo mundo tem a consciência adequada para vestir essa camisa? Por trás do modismo verde, o que vemos é poluição, desmatamento, consumismo exacerbado, desperdício e muita falta de informação.
É verdade que muitos de nossos recursos naturais podem estar com os dias contados por causa de todo esse descaso com o meio ambiente.
Mas as pessoas perguntam: será que isso vai mesmo nos afetar? E será que realmente podemos fazer algo para melhorar a situação? A resposta de ambas as questões é a mesma: sim.



Você é ecologicamente correta? Faça o teste e descubra!
Dia 22 de abril é o Dia Internacional da Terra. A data remete a 22 de abril de 1970, dia em que o então senador americano Gaylord Nelson comandou o primeiro protesto nacional contra a poluição e a degradação ambiental.
Desde então, a humanidade tem ficado mais alerta para esses problemas - porém, não o suficiente. Atualmente, utilizamos 30% mais recursos do que a Terra é capaz de renovar em um ano. Qual foi a última vez em que você pensou em fazer algo a favor do mundo em que vive? Atitudes aparentemente pequenas, como evitar desperdícios, contribuir com a coleta de lixo seletiva, e até pegar carona com amigos, podem fazer a diferença.
A falta d'água é iminente e a demanda só aumenta. As pessoas ainda não perceberam o quanto o desperdício é prejudicial

O ambientalista Jorge Alberto Saboya, engenheiro químico e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), diz que o alarde em torno da questão ambiental, apesar de exagerado, tem fundamento. "Tem gente que já afirma que o mundo vai acabar daqui a tantos anos, entre outros exageros. Em parte, isto é bom, pois a pessoa ameaçada tende a fazer de tudo para se proteger, o que pode gerar a conscientização de que precisamos mudar nosso comportamento. Mas acredito que a situação só se reverterá quando houver investimento e atenção devida para a educação ambiental", afirma Saboya.
Ele relata que, nos países centrais, a regulamentação e os esforços da população para conter a degradação são maiores. "Na Itália, por exemplo, a cada dia da semana passa um caminhão de lixo diferente: na segunda-feira, recolhem vidros, na terça, papéis etc. Quem descumprir leva uma multa de 30 euros. Na Europa, já destruíram muito a natureza, então eles estão cuidando do pouco que resta. Mas não podemos esperar as florestas acabarem por aqui para começarmos a ter outra postura", observa o professor.

Segundo Jorge Saboya, o grande problema está no cumprimento das leis e na falta de informação. "A nossa legislação ambiental é uma das melhores do mundo, mas o respeito é quase nulo. Isso é resultado da falta de educação.
O meio ambiente é tratado em escolas como algo isolado, mas deveria ser um tema multidisciplinar. Tem gente que quer defender o mico-leão-dourado e não sabe que a sua extinção é culpa do desmatamento, da mesma forma que boa parte das pessoas não se dá conta de que a dengue é um problema ambiental também", explica. A ameaça em relação à Mata Atlântica, por exemplo, é assustadoramente real: da cobertura original de 1.300.000 km², apenas 7% está preservado. Ou seja, 93% do que havia da formação vegetal já foi devastado, segundo dados da ONG SOS Mata Atlântica, fundada em 1986.

As florestas sofrem com a exploração irracional de seus recursos, mas não são apenas a flora e a fauna que estão em desequilíbrio. Embora seja chamada de "Planeta Água", a Terra tem aproximadamente 97% de sua água salgada, enquanto apenas 2,7% é doce e não está disponível à população por estar congelada.
Resta, assim, menos de 1% de água líquida e potável para o uso - em rios, lagos e, principalmente, no subsolo. "A falta d'água é iminente e a demanda só aumenta. As pessoas ainda não perceberam o quanto o desperdício é prejudicial. Além disso, programas de reaproveitamento, que retilizam a água proveniente de banheiros e da chuva para uso em descargas de vasos sanitários, são exemplos de iniciativa pública que deveriam ser adotados por todos os estados", afirma afirma o engenheiro e ambientalista David Zee, professor do Departamento de Oceanografia e Hidrologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Ensinando a preservar

Ensinando a preservar - Consciência ambiental, desafio para a nossa e para as futuras gerações

Talvez você já tenha parado para pensar em um assunto que vem nos assombrando bastante nos últimos tempos: o futuro da humanidade. Afinal, que mundo vamos deixar para os nossos filhos? Se você já se fez essa pergunta, não está sozinha. Estamos vivendo uma era de grande preocupação com o meio ambiente, em que precisamos pensar de que forma podemos colaborar para que o mundo seja um lugar tranqüilo e seguro para as próximas gerações. Cada um deve fazer a sua parte, mas pouca gente realmente toma alguma atitude para fazer a diferença. O primeiro passo pode ser a educação. O Bolsa de Mulher conversou com algumas pessoas, das mais variadas áreas, para saber de que forma ela pode nos ajudar a mudar a nossa realidade.

Educar para mobilizar
Antes de abrir espaço para as futuras gerações, é necessário educar a nossa. Porém, muitas pessoas não tomam atitudes ambientalmente responsáveis porque não têm acesso a informações adequadas. Grande parte delas ainda desconhece a importância da separação do lixo, da economia de água e energia, do reaproveitamento do óleo de cozinha, da reciclagem de objetos. "Este é um problema que precisa ser solucionado por meio de medidas educativas. Quando têm acesso à informação de qualidade e a oportunidades de fazer alguma coisa concreta pelo meio ambiente, as pessoas se envolvem e se mobilizam, além de levarem o conhecimento para a frente", comenta Paulo Pompilio, diretor de relações corporativas e responsabilidade social do Grupo Pão de Açúcar.
Ainda há muita dificuldade em relacionar os problemas ambientais aos nossos hábitos de consumo cotidianos. É preciso fornecer novas formas de ação, conhecimentos e habilidades para que as pessoas mudem suas atitudes
Mudar os hábitos e o comportamento de várias gerações que antecederam à nossa também é um grande desafio. "É preciso educar as pessoas para que elas entendam que certas atitudes delas têm impactos negativos sobre o meio ambiente, e que as maiores prejudicadas são elas mesmas", alerta Raquel Diniz, coordenadora de capacitação comunitária do Instituto Akatu. Para ela, dar um bom exemplo é importante, especialmente para as crianças. "Consideramos muito importante a educação ambiental dentro das escolas, especialmente quando se diz respeito ao consumo consciente. Ensiná-las a diferenciar consumo e consumismo e mostrar como é importante adotar decisões responsáveis já faz uma enorme diferença", diz.
Por falar em crianças, embora nem todas as escolas brasileiras tenham aula de educação ambiental, de certa forma ela já é obrigatória. Com a Lei de Diretrizes e Bases, do Ministério da Educação, foram incorporados os temas "Meio Ambiente" e "Trabalho e Consumo" nos Parâmetros Curriculares Nacional. A educação para o consumo, aliás, é uma grande preocupação de algumas instituições de ensino, segundo Lisa Gunn, gerente de informação do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Idec). "Estes já são temas abordados em sala de aula, mas ainda há muita dificuldade em relacionar os problemas ambientais aos nossos hábitos de consumo cotidianos. É preciso fornecer novas formas de ação, conhecimentos e habilidades para que as pessoas mudem suas atitudes", comenta.
Se na escola a educação ambiental ainda caminha a passos lentos, uma boa forma de educar os cidadãos do futuro é dar um bom exemplo em casa. E essa tarefa, claro, cabe aos pais. "Tento passar todos os valores que tenho para meu filho. Desde pequeno ele aprendeu a não jogar lixo no chão, a não maltratar as plantas e a conviver pacificamente com nossos animais de estimação. Moramos em São Paulo, que é uma cidade tremendamente poluída, mas faço questão de sempre mantê-lo perto da natureza. Sempre que podemos, viajamos para a praia ou o campo. Acho esse contato muito importante para ele", afirma a empresária Adriana Rangel, mãe de Gustavo, de três anos.
O mundo que conhecemos já sofreu várias mudanças, que muitas outras ainda estarão por vir e que algumas delas não serão boas
Na casa da assistente de marketing Christina Brito, a pequena Beatriz, de cinco anos, já sabe que não deve deixar a luz do quarto ou a TV ligada à toa e que alguns tipos de lixo devem ser separados. " Vou ensinando esses conceitos aos poucos, conforme ela vai crescendo. O mais interessante disso é vê-la tentando ensinar às amiguinhas a fazer o mesmo. Percebi que ela gosta de passar esse exemplo para a frente", conta a mãe.
Simples detalhes
Até quem não tem filhos tem parado para pensar no mundo que as crianças do futuro vão herdar. "Temos de mostrar para elas, desde cedo, que o mundo que conhecemos já sofreu várias mudanças, que muitas outras ainda estarão por vir e que algumas delas não serão boas. Por isso é importante que elas tenham consciência de que uma boa qualidade de vida no futuro do planeta também dependerá das atitudes delas", sublinha a jornalista Clarissa Ramos.
O webdesigner Gabriel Souto também pensa dessa forma. Ele pretende ensinar aos filhos questões de consumo consciente, como o uso de sacolas retornáveis e o uso adequado da água e da energia. "Tem alguns conselhos que recebi do meu pai que tenho certeza de que ainda serão válidos para os meus filhos. Enquanto tem tanta gente que esbanja água, por exemplo, outras morrem pela falta dela. Diante disso, já melhorei alguns comportamentos meus. Tem gente que acha que algumas atitudes não fazem diferença, mas se mais gente fizer o mesmo, a mudança será nítida", opina.

É, consciência ambiental é mesmo uma questão de educação. E você? Que mundo pretende deixar para seus filhos? Conte para nós!

G1 > Ciência e Saúde - NOTÍCIAS - Sons relaxantes ajudam a reduzir pressão sanguínea, diz estudo

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domingo, 14 de setembro de 2008

Flores

FLORES



Muito ligadas às emoções, as flores possuem um toque de magia e mistério. Quando enfeitamos os ambientes com elas, esperamos que ocorra uma influência positiva no bem-estar de quem está no local ou passa por ele. Essa relação entre as flores e as emoções é demonstrada desde a Antigüidade, na mitologia e na história dos povos.

As mulheres, que sempre conheceram mais do que ninguém o poder das flores, especialmente no amor, as utilizavam com diversas finalidades. Desde banhos, perfumes e máscaras de beleza até como ingredientes de chás e poções mágicas. Além da influência exercida por suas cores, outro fator determinante no poder das flores é o seu perfume.
Com cerca de 25 milhões de células olfativas, o ser humano pode ser estimulado por todos os tipos de cheiro, que são capazes de causar atração ou repulsa, provocar alegria e bem estar ou tristeza e ressentimento.Por sua combinação de formas, cores e perfumes, as flores realmente trazem à tona fortes emoções.
Conheça a seguir as propriedades de algumas flores e como elas podem interferir na sua vida.Amor-Perfeito: atrai os pensamentos.

Coloque na sala de estar.Lírio: aumenta a libido. Deixe no quarto durante o dia.Hortênsia: reduz a ansiedade e clareia os pensamentos. Coloque no ambiente dos estudos.Violeta: diminui a irritabilidade e o stress e traz harmonia. Ponha no local onde costumam ocorrer reuniões e debates, tanto no ambiente familiar como no trabalho.Girassol: eleva a auto-estima e combate a depressão.
Coloque no lugar de sua casa onde você gosta de relaxar.Orquídea: incentiva a intuição e a auto-suficiência. Deixe no local onde você costuma trabalhar.Rosa: estimula a vitalidade e o amor. Transmite mais afeto às relações familiares.

Coloque na mesa de jantar ou na sala.Margarida: abranda a ansiedade e ajuda a organizar as idéias. Ponha no local de trabalho.Lembre-se:Não é recomendável deixar plantas no quarto durante a noite. Antes de dormir, retire os vasos e deixe-os do lado de fora da casa.
Poder ColoridoGrande parte da influência exercida pelas flores se deve às suas cores, que são verdadeiros transmissores de informações energéticas. Elas são capazes de despertar reações tanto emocionais quanto fisiológicas, podendo impulsionar raiva ou paixão, excitar ou relaxar, estimular o apetite ou diminuí-lo.

Você pode escolher uma flor observando somente as propriedades de sua cor.Pétalas brancas, como lírio, narciso, copo-de-leite e margarida, transmitem frescor, harmonia e paz aos ambientes.
Pétalas vermelhas, como tulipas e bromélia, trazem energia, criatividade e paixão.Pétalas amarelas, como girassol e gérbera, transmitem alegria e estimulam realizações em todos os setores da vida.

Cigarros - Livre-se dele

Olá Livre-se dele!Aproveite o Dia Nacional de Combate ao Fumo para deixar o cigarroLargar um vício não é tarefa fácil. Que o digam os fumantes de plantão! Pesquisas apontam que, para o abandono completo do cigarro, são necessárias, em média, seis tentativas. Mas não desanime.

O Dia Nacional de Combate ao Fumo está aí para mostrar que existem motivos de sobra para parar de fumar. Só no Brasil, a cada hora, 23 pessoas morrem de doenças relacionadas ao tabaco. A boa notícia é que, de 1989 para cá, o número de fumantes caiu de 32% para 19%, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). E a tendência é que esse número continue diminuindo, já que os malefícios do fumo vão além de dentes amarelados, mau hálito e pigarros..."O tabagismo é uma doença que causa dependência química e psicológica.

É responsável por 50 diferentes males que atacam o organismo, como câncer e problemas como hipertensão, enfisema pulmonar, derrame cerebral e doenças respiratórias crônicas", garante Ricardo Meirelles, pneumologista responsável pela área de fumantes do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Uma tragada habitual pode, ainda, causar impotência sexual no homem, diminuição da fertilidade feminina e complicações na gravidez.

Até a estética pode ficar comprometida, já que o fumo diminui a irrigação sanguínea, trazendo inconvenientes como celulites, rugas, unhas descamadas e queda de cabelo.O tabagismo em gestantes aumenta em duas vezes as chances de o bebê nascer abaixo do peso e eleva em 70% a ocorrência de abortos espontâneos Talvez por isso, são as mulheres que lideram a luta contra o tabaco. Em levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, ficou constatado que 63% das pessoas que procuram tratamento antitabágico são do sexo feminino.

Segundo a pesquisa, elas possuem mais medos de desenvolver câncer e doenças cardiovasculares, além de estarem sujeitas a gravidez, período no qual o fumo é totalmente proibido! "O tabagismo em gestantes aumenta em duas vezes as chances de o bebê nascer abaixo do peso e eleva em 70% a ocorrência de abortos espontâneos.

E caso o bebê sobreviva, ele pode ter dificuldades em seu desenvolvimento cognitivo", alerta Ricardo. Sempre prejudicialUm simples cigarro contém cerca de 4.700 substâncias, muitas tóxicas como a nicotina, o alcatrão, o monóxido de carbono e amônia. No cérebro, essas substâncias liberam dopamina e serotonina - neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer e regulação do humor e do apetite. E se você não fuma, mas convive com fumantes, tem razões de sobra para estimular seus amigos e familiares a abolirem o vício.

O ar poluído pelo fumo contém três vezes mais nicotina e monóxido de carbono e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas que a fumaça tragada pelo fumante. "Pessoas que ficam expostas ao fumo do cigarro podem ter desde tosses, dores de cabeça e reações alérgicas a problemas cardíacos e respiratórios", adverte o pneumologista.

Ufa! Depois de tantas perspectivas ruins é bem provável que você já tenha pelo menos pensado em amassar os maços restantes na prateleira e jogar os cinzeiros no lixo. Se isso passou pela sua cabeça, parabéns! A força de vontade é o primeiro passo para deixar de fumar. Segundo o Ministério da Saúde, 95% dos ex-fumantes pararam por conta própria. Agora, aprenda como largar o vício de vez.

CICLO 15

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